quarta-feira, 12 de junho de 2013

Imagine Hot - Louis Tomlinson








Eu estava em casa, vendo televisão, jogado no sofá. Aquilo me daria dor nas costas no dia seguinte. Era um sábado e estava chovendo muito forte e trovejando muito. Meus pais tinham ido viajar pra sei lá aonde. Eu estava super entediado, quando, de repente, alguém bateu na minha porta. Acreditem ou não, aquilo mudou a minha vida.

– Já vai. – gritei me levantando do sofá e desligando a televisão.
Abri a porta e me deparei com uma cena… estranha (?)
– SN? – eu perguntei franzindo a sobrancelha. – O que você está fazendo aqui? – perguntei. Aquilo pareceu meio rude, então eu reformulei a pergunta. – Digo, posso ajudar?
SN era uma garota que estudava no meu colégio. Ela era linda, gostosa, inteligente, simpática e parecia ser legal. Muitos caras do colégio a desejavam nua na cama deles, porém, ela era muito tímida. Suspeitavam até que ela era virgem.
– Louis… Oi. – ela disse, envergonhada. – Tá chovendo muito… e meu celular caiu na rua. Agora ele está todo ensopado. Eu preciso ligar pra minha mãe me buscar. Eu posso usar seu telefone? – ela mordeu o lábio, insegura.
“Ah, SN, pelo amor de Deus, não faça isso, ou terei que te agarrar agora.” Pensei. Ela fica extremamente sexy mordendo o lábio.
– Claro, entra aí. – dei espaço para que ela entrasse e assim ela o fez.
– Eu… vou molhar seu chão se eu ficar aqui dentro. – ela disse, culpada.
– Relaxa, não tem problema. – eu dei os ombros.
Fui em direção ao telefone e, de repente, um apagão veio. Ah, que lindo, nessas horas que a gente precisa de eletricidade, ela acaba? Quer dizer, atualmente a gente só usa eletricidade, mas enfim.
– Lou… Louis? – SN me chamou, baixinho, porém apavorada.
– Calma, SN, eu tô aqui. Fica parada, eu vou buscar umas velas. – eu falei.
– T-tá, não demora, por favor. – eu podia sentir o pavor na sua voz.
– Pode deixar.
Fui até a cozinha, esbarrando em praticamente tudo que eu “via” pela frente, enquanto SN gargalhava. Finalmente achei as velas e fósforos dentro de uma das gavetas da cozinha. Acendi as velas e levei até a sala. Procurei por SN e finalmente a achei. Ela estava toda molhada por conta da chuva, tremia e parecia apavorada.
– Voltei, calma, vem aqui. – disse a ela.
Coloquei uma vela na mesa e me aproximei da SN. Ela tremia por inteira.
– Vem cá, vamos pegar uma toalha pra você secar. – disse e ela concordou com a cabeça.
Subi ao lado dela, segurando em sua cintura - com uma mão, enquanto a outra segurava uma das velas que eu havia pegado -, puxando-a para perto de mim, na tentativa de que o calor do meu corpo a esquentasse um pouco. Creio que funcionou, pois, quando fiz isso, ela parou de tremer um pouco.
Chegamos até meu quarto. Eu abri meu guarda roupa e procurei uma toalha. Logo que achei, entreguei a toalha para ela.
– Melhor você tirar essa roupa molhada. – disse. – Se você ficar assim, você pode pegar um resfriado.
– M-mas, eu não tenho outra roupa. – ela disse corando.
– Eu te empresto uma camiseta… Se quiser, claro.
– T-tá bem. – ela disse envergonhada.
– Tem um banheiro ali, pra você se trocar. – apontei para o corredor.
– T-tá muito escuro lá. – ela disse com medo.
– Leva a vela. – eu disse.
– Tenho trauma de velas. – ela contou. – Já me queimei três vezes com velas, nunca mais eu vou pegar uma.
– Bom, então se troque aqui mesmo… – eu disse. Ela corou novamente. O modo que ela corava com praticamente tudo que eu dizia, fazia eu me encantar cada vez mais por ela.
– T-tá b-bem… – ela gaguejou, envergonhada.
Ela tirou sua blusa, devagar, e logo tirou sua calça. Eu tentei não olhar para o corpo dela, mas era impossível. Ela, realmente, era muito gostosa. Ela pegou a toalha e secou seu cabelo, de um jeito sensual. Ela estava me provocando ou…? Logo, ela começou a passar a toalha de leve sobre sua pele. Eu estava quase pegando a toalha pra mim. Para poder secar minha baba. Que mulher era essa? Meu Deus…
– Lou… Louis, e-eu preciso da sua blusa que v-você disse que podia me emprestar. – ela pediu extremamente envergonhada, mordendo seu lábio inferior.
Isso já era demais. Foi a gota d’água. Coloquei a vela - que eu segurava - no chão e me aproximei dela. SN arregalou os olhos. Ela estava com as costas coladas na parede e eu estava próximo a ela. Prensei meu corpo no dela e ela suspirou.
– Diga-me, SN, você é virgem? – perguntei, de modo sensual, próximo de sua orelha.
– N-não… M-mas, eu só fiz isso uma vez. – ela disse gaguejando. Arregalei os olhos.
– Co-como assim? – perguntei.
– Eu fiz isso com um namorado, digo, ex-namorado meu, faz 5 meses. Logo depois de nós transarmos ele simplesmente foi embora, me deixando lá. Por isso eu sou tímida assim, se não as pessoas pensam que é só me seduzir e pronto. – Ela disse e uma lágrima escorreu por sua bochecha.
– Então você tem medo de fazer sexo com um cara e no dia seguinte ele te deixar? É isso? – perguntei, procurando entender, enquanto secava a lágrima que ela derramou.
– É. – ela disse. – Era a minha primeira vez e eu me senti um objeto… – ela disse triste. – Não queria que isso se repetisse.
– Você está certa, ele foi um babaca. – eu disse irritado.
– Ei, Lou, relaxa. – ela puxou minha cabeça para seu ombro. – Isso já foi. É passado. – ela fez carinho na minha nuca, fazendo-me arrepiar.
– Desculpe ter te pressionado na parede… Eu não sabi… – eu dizia, mas ela me interrompeu.
– Eu quero. – ela sorriu.
– O quê?! – eu me assustei. – Mas, SN…
– Por favor, Louis, eu quero isso já faz muito tempo. – ela pediu fazendo carinho na minha bochecha.
– Tem certeza? – perguntei. – Você não está se precipitando nem nada?
– Tenho, Louis, por favor, me faça sua. – ela pediu.
Não tinha como recusar. Selei nossos lábios, iniciando um beijo calmo. Ah, os lábios dela… Sempre imaginei que fossem bons, mas, depois que eu a beijei, soube que os lábios dela eram perfeitos. Ela tirou minha camiseta e jogou em cima da cama. foi descendo sua mão. Desceu pelo meu ombro direito, pelo meu abdome… Até chegar na região do meu membro. Ela me empurrou, fazendo com que eu deitasse na cama, e se sentou em cima do meu membro - ainda coberto pela calça e pela minha boxer. Meus conceitos, sobre a SN ser tímida, mudaram.
Ela tirou minha calça, devagar. Ela estava me torturando. Eu não aguentava mais, já sentia meu membro latejar.
– SN, por favor, sem tortura. – eu tentei dizer mas saiu mais como um gemido.
– Sem pressa, Louis. – ela disse, sorrindo maliciosa.
Ela terminou de tirar minha calça e começou a passar a mão em cima do meu membro. Por cima da boxer. Pelo jeito, ela gostava de torturar as pessoas, né?
– SN… – gemi. – Por favor.
– Me diga, Louis, o que você quer que eu faça? – ela perguntou, sorrindo maliciosa.
– O que você quiser.
Ela riu maliciosa e arrancou minha boxer, rapidamente. Ah, então agora ela decidiu ser rápida? Ela começou a me masturbar, vagarosamente. Eu gemia baixo, de olhos fechados. É muita tortura para um Louis só.
– SN, tenha piedade, mais rápido. – eu gemi.
– Como quiser, docinho. – dito isso, ela abocanhou meu membro.
Gemi alto. Céus… era bom demais. “Como ela podia ter feito isso apenas uma vez e ser tão boa assim?” Pensei. Ela tirou meu membro de sua boca e eu gemi frustrado. Ela começou a distribuir beijos e chupões nele, enquanto o masturbava.
– Oh, SN… – gemi, fazendo-a sorrir maliciosa.
– Tá bom, Louis, chega de te torturar. – ela disse soltando meu membro e voltando a me beijar.
– Agora é minha vez de brincar, docinho. – disse e dei ênfase no “docinho”.
Ela ergueu uma sobrancelha e riu maliciosa. Fiquei por cima dela e comecei a beijar seu pescoço, bem devagar… Distribuí chupões e mordidas em seu pescoço, fazendo-a gemer baixo e suspirar. Aquilo deixaria marcas, e essa era a minha intenção. Desci os beijos para seu colo. Arranquei seu sutiã e joguei longe. Observei os lindos seios dela por uns segundos e logo os abocanhei. Ela gemeu manhosa. Enquanto eu chupava um, eu massageava o outro. Seus mamilos já estavam endurecidos e isso me fez sorrir malicioso. Desci os beijos por sua barriga até chegar à sua calcinha. Tirei a mesma, rapidamente. Logo, eu comecei a distribuir beijos e chupões em sua intimidade. Ela gemia alto e dava puxões em meu cabelo.
– Ahn… Louis. – ela gemeu.
Voltei a beijá-la e fiz carinho em seu rosto.
– Louis… Eu… – ela disse, mas parou no meio da frase.
– Você…? – eu encorajei-a.
– Eu queria te pedir uma coisa.
– Peça. – eu sorri.
– Eu… Tô com vergonha. – ela corou.
– Não precisa ter vergonha. – disse. – Até agora você estava sendo o oposto de tímida. – ela riu.
– Bem… Você… Você pode… – ela parou, de novo.
– Eu posso…? – encorajei-a mais uma vez.
– Pode… Se masturbar pra mim? – ela pediu baixo, corando, mas eu pude escutar.
– Você quer mesmo? – perguntei sorrindo malicioso.
– Sim… – ela respondeu baixo, ainda envergonhada.
Eu peguei ela no colo, coloquei-a sentada na cama, encostada na cabeceira. Eu fiquei de pé, próximo a ela e segurei meu membro, que já estava ereto, fazendo movimentos vagarosos de masturbação. SN observou atentamente cada movimento meu. Ela mordia o lábio inferior. Comecei a movimentar minha mão mais rapidamente. Meus olhos estavam fechados com foça e meus gemidos já eram impossíveis de controlar. O nome dela era constantemente chamado. Quando abri os olhos, vi SN se masturbando enquanto me assistia. Ela apertava seu seio direito e se masturbava com a mão que sobrou.
– Louis, oh. – ela gemeu. – Lou… – ela me chamou. Olhei para seu rosto esperando que ela falasse. – Eu preciso de você, agora.
Fui até ela e fiquei por cima dela. Afastei suas pernas e penetrei meu membro devagar. Oh, céus, ela era tão apertada… Continuei penetrando meu membro devagar até que penetrei o mesmo por inteiro.
– Hmmm, Louis, por favor. – ela pediu, gemendo.
Comecei a me mover, não muito rapidamente. Nós dois gemíamos alto, sem se preocupar com mais nada que não fosse nós.
– Oh, SN…
– Louis.. M-mais rápido. – ela pediu gemendo.
Logo, eu atendi seu pedido. Acelerei o ritmo das estocadas. Eu penetrava fundo e forte e era recompensado com os gemidos altos e roucos dela.
– Lou… Louis, para. – ela pediu. Eu arregalei os olhos e parei.
– Eu te machuquei? – perguntei preocupado e assustado.
– Não… Não é isso. – ela riu. – Eu só quero tentar em cima… Tudo bem pra você? – ela perguntou inocente.
– Ah tá. – eu me acalmei. – Claro.
Saí de cima dela e deitei ao seu lado. Logo, SN ficou por cima de mim e começou a sentar em meu membro devagar.
– SN, cara… Isso é tortura. – eu tentei dizer, mas saiu como um gemido.
– Calma, Louis, sem pressa. – ela disse sorrindo maliciosa.
Ela começou a subir e descer no meu membro mais rapidamente. Nós dois gemíamos alto. Eu coloquei minhas mãos na cintura dela ajudando ela a se movimentar. Eu estava próximo do orgasmo e sentia que ela também estava. SN acelerou os movimentos e, logo, ambos atingimos o orgasmo. Ela jogou o corpo em cima do meu.
– Isso foi cansativo. – ela afirmou e riu. – Mas foi bom.
– Concordo. – eu ri. – Será que a luz já voltou?
– Não sei.
SN se jogou ao meu lado e eu me levantei para tentar acender a luz. Não, a luz ainda não tinha voltado.
– Ainda não. – eu disse.
– Não tem problema, minha mãe acha que eu fui dormir na casa de uma amiga minha. – ela deu os ombros.
– Ué… Mas você disse que precisava ligar pra ela. – eu estava totalmente confuso.
– Eu menti. – ela se sentou na cama. – Na verdade, a luz nem acabou de verdade, foi uma amiga minha que desligou a caixa de força lá fora. – ela riu.
– M-mas… – eu estava confuso.
– Eu… Gosto de você faz um tempo já, e minha amiga queria muito que eu contasse pra você, então, quando começou a chover ela bolou um plano pra eu vir aqui. – ela explicou. – Nós viemos até aqui e eu pedi pra usar seu telefone, nessa hora, ela desligou a caixa de força da sua casa, fazendo com que a luz da casa inteira acabasse. Eu não queria mentir pra você, mas seria o único jeito. – ela disse. – Você tá bravo? – ela perguntou triste.
– Não. – eu ri. – Belo plano de vocês, eu realmente tinha acreditado que a luz tinha acabado. – eu sentei do lado dela na cama.
– Me desculpa? – ela pediu e fez bico.
– Tudo bem, eu não estou bravo. – eu expliquei. – Foi bom você ter feito isso. Eu também gosto de você.
Ela abriu um grande sorriso e me beijou. Durante o beijo, a luz voltou.
– Acho que ela já sabe que eu te contei. – ela riu, se referindo à amiga.
Eu ri e abracei-a. Me levantei e fui até o guarda roupa. Procurei uma camiseta minha para SN usar. Logo que achei, eu entreguei a ela. Ela vestiu e nós deitamos para dormir.
– E eu achava que você era tímida. – ela riu.
– Eu sou… Mas só um pouquinho. – ela riu novamente.
Ela encostou a cabeça em meu peito e dormiu. Realmente a SN conseguiu tirar o meu tédio.

3 comentários:

  1. affs como essa menina que no caso era eu que estava lendo...ele e muito tarada affs kkk o louis adoro neh tendo uma menina aucontrario de timida kkkk ele e bem tarada e bem esperta pra fazer um plano desse

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